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dicas de informatica Guaíba, 25 de Maio de 2013.
 

Como funcionam os softwares gratuitos

Sempre procuro indicar nas colunas, programas de computador que não tenham custo para as pessoas.

Opções funcionais que cumprem bem o seu papel sem que o usuário precise pagar nada por isto.

Existem vários tipos de programas gratuitos, e contrariando o que muitos acreditam, ser grátis não significa deixar de ter uma licença de uso. A esmagadora maioria está amparada por algum tipo de licença ou contrato de uso, que limita os tipos de uso dos aplicativos, destinando-os geralmente a usuários finais ou, em outras palavras, pessoas físicas cujo uso não será comercial.

Software livre

Mesmo em um mundo livre, é preciso ter regras e diretrizes.

Software livre basicamente abrange aqueles aplicativos com código fonte liberado para que as pessoas possam estudá-lo e alterá-lo. Uma vez alterado o código, esta mudança deverá ser publicada e disponibilizada
para que as pessoas possam ter acesso.

Mas o software livre geralmente possui uma licença de uso, a mais usada é a GPL que quer dizer General Public Licence, ou Licença Publica Geral.

Também existe a confusão entre o termo freeware e software livre, e não necessariamente é a mesma coisa.

Um aplicativo freeware possui uma licença onde é permitido o uso de um determinado aplicativo por tempo indeterminado. Entretanto o código fonte do software pode ser de propriedade de uma pessoa ou organização e sua distribuição não é liberada.

Um dos repositórios mais conhecidos para software livre é o SourceForge (http://sourceforge.net/), onde existem mais de 174 mil projetos de aplicativos.

Alguns exemplos de aplicativos que possuem a licença GPL: Notepad++, Portable Apps, PDFCreator, ClamWin Free Antivírus.

Freeware

Os freewares são basicamente aplicativos cuja licença permite o seu uso de forma irrestrita e sem limitação de tempo. O código fonte pertence a um grupo de desenvolvedores ou a uma empresa e não está disponível para a comunidade.

Muitas empresas fazem uso de freewares para divulgação de seus produtos, permitindo que os usuários desfrutem de versões mais simples de seus aplicativos de forma irrestrita, e comercializando versões mais  completas.

Alguns exemplos de freewares: WinAmp, Acrobat Reader, AVG Antivírus Free Edition.

Geralmente na licença freeware, a empresa não autoriza o uso do software para fins comerciais, apenas para uso pessoal ou interno, e por este motivo, geralmente existem versões pagas dos aplicativos, voltadas a usuários que querem recursos avençados ou para empresas.

De onde vem o dinheiro?

Vivemos em uma sociedade capitalista e, para muitos, é difícil imaginar comunidades trabalhando freneticamente no desenvolvimento de aplicativos sem ganhar financeiramente nada em troca.

Mas isto não é verdade. O software pode ser livre e gratuito, mas ninguém neste meio vive de vento. Trata-se de um negócio, e como todo negócio, envolve dinheiro.

As empresas que disponibilizam as versões freeware se sustentam com base na venda de licenças e serviços ligados às versões mais completas de seus aplicativos.

E você, leitor, o que pensa sobre este assunto? Tem dúvidas? Os comentários estão abertos aguardando sua mensagem. Sua participação é importante, envie e-mail para vando_brum@hotmail.com

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Vanderlei Brum
Vando_brum@hotmail.com

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